Nunca te Amei Tanto Nunca te amei tanto, ma soeur, Como quando de ti parti
naquele pôr-de-sol O bosque engoliu-me, o bosque azul, ma soeur, Sobre que já pousavam as
estrelas pálidas a oeste. Não me ri nem um pouco, nada, ma soeur, Eu que a brincar ia ao encontro dum destino
escuro Enquanto
os rostos já atrás... de mim Devagar empalideciam no
anoitecer do bosque azul. Tudo era belo naquele anoitecer único, ma soeur,
Nunca mais depois e
nunca antes assim — Verdade
é: só me ficaram as grandes aves Que ao anoitecer têm fome no céu escuro.